Taxa de ruim ou péssimo é de 41%; pior avaliação do petista em seus três mandatos.
O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não apenas vai de mal a pior, como também as pesquisas refletem o pensamento do brasileiro, o termômetro nas ruas, aliás, ruas estas que inclusive ele não coloca os pés.
A picanha, a costela e a cervejinha ‘prometida’ durante a campanha não vieram. Além disso, o trabalhador assalariado perde a cada dia o seu poder de compra e a dona de casa se vê obrigada a fazer milagres ao frequentar o supermercado.
O combustível subi, a carne, o café, o arroz, produtos de limpeza e higiene assim como quase todos os outros itens dispararam e, mesmo diante da gastança com Janja e sua inoperante ‘comitiva’ durante viagens, com hospedagem em luxuosos hotéis, o pobre ainda é obrigado a ver Lula dizer, que se algo está caro, é só não comprar.
Como será que uma mãe, ou um pai de família que precisa juntar suas poucas economias para dar de comer a seus filhos, digeria uma fala absurda como esta de quem se intitula “pai dos pobres”? Principalmente aqueles que fizeram o “L”?
Em pouco mais de dois anos, 41% dos brasileiros avaliam o governo Lula como “ruim” ou “péssimo”. Enquanto, apenas 24% afirmam que consideram o trabalho do petista como “bom” ou “ótimo”. O que esperar até o final do seu mandato? Segundo alguns economistas, 2027 será tenebroso. Mas isso tem uma explicação óbvia. Lula, que nunca quis e nem soube o que é governar. Agora, que ele claramente sabe que seu poder teatral se foi, assim como o seu vigor físico, tendo em vista que os anos passam para todos e, muitas vezes, o destino se encarrega de cobrar aqueles que não foram bons ou que causaram males. Nem assim ele se mostra capaz de ao menos tentar fazer algo concreto e de bom, nem mesmo para aqueles de seus currais eleitorais e que mais necessitam.
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Lula está presidente, foi eleito. No entanto, o Brasil não tem de fato um presidente no sentido de merecer, que possa dar orgulho à nação e, assim ser chamado. Não à toa, além de ser uma figura irrelevante lá fora, onde, apenas países com governantes com ideologias nocivas às suas populações ainda dão créditos a ele. No Brasil, os eventos esvaziados, com convidados não comparecendo, o petista enfrenta ainda uma rejeição estrondosa até mesmo por parte de alguns eleitores que nele votaram.
Lula não quer governar, ele quer poder. Já, o povo, ah! O povo. O povo, ou pelo menos parte daqueles que trabalham diariamente, só quer poder chegar no final de semana e ter condições de passear com a família, se divertir, comer bem, poder ir ao supermercado e não ter que ficar contando moedas até para comprar meia dúzia de pães.
Lula não precisa dar picanha, costela ou cervejinha, claro que não. Mas, um governo de verdade tem obrigação de, no mínimo, criar mecanismos para que aqueles que trabalham possam ter dignidade e acesso a isso também.
Foto: Ilustração