Alguns seguem ao seu lado, outros nunca estiveram, mas surfaram em sua onda.
Ao buscarmos na memória, veremos quão é difícil é encontrar um presidente tão popular e que, ao mesmo tempo, tenha resgatado o patriotismo, o orgulho de ser brasileiro, e a crença de que vale apenas acreditar em político, ou pelo menos em alguns deles.
A impressão que tem, em especial aqueles que estão de fora, é que tudo tem um propósito maior, e nesse contexto, a peça fundamental é o povo. De certa forma, tem razão quem assim pensa. Porém, é preciso diferenciar o joio do trigo. Certamente existem aqueles que ainda são merecedores da confiança da população, do crédito de confiança e claro, do voto desse povo. No entanto, quando o jogo é pegado e a bola é divida, com zagueiro desleal, é um olho na “pelota”, e o outro na chuteira do adversário.
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Para se comprovar esta afirmação, basta olharmos para os fatos, rever os números acessar registros que são verídicos, não as tais “fake news”, que, mesmo antes do nome se popularizar em território brasileiro, sabidamente, já se fazia companheira de muitos daqueles fanfarrões, travestidos de representante do povo, mas que na realidade não passam de meros e desacreditados, “políticos”, que inclusive até são eleitos. No entanto, o real motivo de certas vitórias não são por méritos, credibilidade ou merecimento, mas sim, devido à falta de politização da maioria da população e aquilo que se pode chamar de conveniência.
Depender de quem têm o “rabo preso”, é o mesmo que acreditar que caixa de papelão é suficientemente forte para não se dissolver com a chuva. Assim, são muitos os que hoje infestam corredores ligados à política, inclusive não apenas no âmbito nacional.
Uma dica interessante é: Veja quem agora está falando de política, do que o país vive na atualidade e, veja quem estará falando no futuro. Principalmente de Jair Messias Bolsonaro. Afinal, se o jogo virar, as chances são grandes. Muitos irão querer uma selfie abraçado a ele. Por enquanto, o pesamento está na próxima aparição do “circo’, e nas apresentações nada engraçadas, porém acompanhadas de muitos risos, até porque, “palhaços” também na plateia, não faltam.
Não entendeu; olhe para o topo, mas também ao seu redor.
Por Mauro Pretoriano/GC