O “problema” que, segundo ele, a jovem teria tido, seria o real motivo para ele matá-la?
Chegou ao fim e de forma trágica as buscas pelo paradeiro da jovem Flávia Gabriely Pires Pinto, de 17 anos, desaparecida desde o dia 13 de janeiro, em Jesuítas, no Oeste do Paraná.

Durante entrevista coletiva na tarde desta quinta-feira, 6, os delegados de Polícia Civil (PCPR) Alexandre Macorim e Leandro Almeida revelaram os detalhes do crime bárbaro.

A menina foi morta pelo próprio cunhado, um homem, de 19 anos, casado com a irmã da vítima. Ele havia sido preso preventivamente na quarta-feira, 5, e teria indicado o local onde o corpo da jovem estava à Polícia Civil.
O delegado Almeida afirmou que o criminoso encontrou a vítima na tarde do dia 13 de janeiro e ambos seguiram para uma trilha. “Teria encontrado a vítima para um possível uso de drogas e ela teria tido um problema, ele a empurrou em um riacho”.
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O cunhado disse aos policiais onde aconteceu o crime. Após 24 dias desaparecido, o corpo foi encontrado.
O Corpo de Bombeiros chegaram no local por volta das 23h30 de quarta-feira, 5, e iniciaram as buscas pelo corpo no córrego. Ele foi localizado às 00h30, a aproximadamente 30 metros do local indicado.

Segundo a polícia, por conta do estado de decomposição do corpo, ainda não é possível afirmar de forma exata o que causou a morte, é necessário a finalização da perícia.
No dia em que Flávia sumiu, ela saiu do imóvel onde vivia com os pais por volta das 15h.

A polícia teve acesso aos vídeos de câmeras de monitoramento, que mostram a menina caminhando pela rua. Flávia carregava apenas o aparelho celular, sem qualquer tipo de documento de identificação. O celular dela estava desligado desde o instante do desaparecimento.
Fotos: PCPR